sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Big red boots!

Bom dia e boa sexta!
Já não é novidade que o vermelho é a cor de eleição deste Outono/Inverno (até vos tinha falado disso neste post). Também não é novidade que as botas até, ou mesmo acima, do joelho são uma tendência que veio para ficar. 
A novidade está em juntar estes dois elementos e acabar com umas botas vermelhas de cano alto. São uma peça arriscada e ousada, porque o tipo de botas é, só por si, sensual e atrevido, o que conjugado com uma cor tão forte e poderosa pode levar a exageros e a passar a barreira do sexy para o trashy. E nós não queremos isso, definitivamente.
Mas, então, como resolvemos este dilema? É simples: em primeiro lugar, se procuram um look mais discreto, optem por um tom de vermelho mais escuro, tipo bordeaux, ou por umas botas rasas ou com salto baixo. Depois, se querem manter um visual mais elegante, conjuguem-nas com um vestido ou uma saia mais comprida, que não deixe muita pele à mostra entre a bota e o fim do tecido. Podem, também, optar por umas meias opacas ou umas leggings, caso a peça de roupa seja mais curta. E ficam super trendy se combinadas com um blazer-vestido!





1. Stradivarius € 69,95 / 2. Stradivarius € 49,95 / 3. Stradivarius € 39,95

1. Topshop € 68,00 / 2. Topshop € 68,00 / 3. Primark € 28,00

1. Topshop € 125,00 / 2. Topshop € 117,00 / 3. Topshop € 110,00

1. Uterque € 199,00 / 2. Mango € 109,99 / 3. Mango € 69,99

1. Zara € 109,00 / 2. Zara € 49,95 / 3. Stuart Weitzman € 840,00 em Net-a-Porter

Eu confesso que acho piada à tendência, mas num registo mais discreto. Prefiro as mais escuras e com tacão largo e médio. E vocês, vêem-se a andar com elas ou "nunca na vida!"?
Bom fim de semana e até segunda***

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Zara - Night Out!

Bom dia, malta!
Estamos cada vez mais próximos do final do ano (faltam pouco mais de 6 semanas para o Natal, é de loucos!) e as marcas começam a lançar as suas coleções de festa, cheias de lantejoulas, brilhos e tecidos ricos. Já vos tinha mostrado aqui a da Mango e, agora, foi a vez da Zara começar a apresentar a sua. Chama-se "Night Out" e é especialmente criada para a época das festas de Natal e Reveillon!
Nela, para já, podem encontrar blazers metalizados, com veludo ou brilhantes, casacos de pelo, vestidos de lantejoulas, cintos com pérolas, lenços com franjas, brincos compridos e botins com brilho, mas parece-me que o número de peças disponíveis vai aumentar bastante. Só têm que ir deitando um olhito ao site de vez em quando, para não perderem pitada!
 
Vestido Blazer metalizado - € 59,95

Blazer brilhantes - € 49,95 / Cinto veludo pérolas - € 17,95 / Botim tacão brilhos - € 79,95

Vestido lantejoulas bicolor - € 39,95

Blazer com lantejoulas - € 59,95 / Lenço veludo franjas - € 12,95 / Cinto fivela pérola brilho - € 17,95

Sobretudo textura pelo sintético capuz - € 89,95 / Brincos franjas pedras - € 12,95
Velvet contrasting tuxedo collar blazer - € 49,95 / Camisa bolso lantejoulas - € 25,95

Com esta coleção, que tenho a certeza que irá crescer nos próximos tempos, ficam preparadíssimas para os jantares e festas que se avizinham. Só têm que arranjar tempo para conseguirem ir a todas ;)
Até amanhã***

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

A tão anunciada bombazine chegou!

Olá olá olá!
Já vos tinha dito aqui, no final do ano passado, que em 2017 a bombazine ia estar de volta. O nome técnico é "veludo cotelê" (e, segundo o Toy, o melhor tecido para conduzir com os joelhos!), mas a verdade é que é o mesmo material das minhas calças preferidas de adolescente: azuis bebé, da marca Resina, super largas e de cintura descaída. Adorava-as de morte! Vocês lembram-se desta moda? Ahahahah, quem me dera tê-las guardado...
O meu marido também tem um (mítico!) casaco castanho deste tecido, comprido, com pelo no interior, da Levi's. Toda a gente que o conhece sabe da existência daquele casaco. Sempre o gozei por ainda usar aquilo, mas agora não posso protestar... 
Está super hiper mega fashion! :)
Quem, como eu (e ao contrário dele), já não tem as suas peças preferidas de bombazine, não desesperem. O que não falta são coisas giras por aí, neste material. E a verdade é que é super quentinho e perfeito para a estação fria. É um regresso ao passado, uma viagem à adolescência e eu já estou ansiosa para que a minha comece!



terça-feira, 7 de novembro de 2017

O acessório mais "in" da estação

Olááááá!
Parece que chegou o frio, não é verdade? Está solinho, mas o ar está bastante mais fresco e já apetece usar uns lenços no pescoço ou uns chapéus a tapar a cabeça. Eu sou mega, mega fã de gorros e chapéus e boinas. Gosto de tudo, uso tudo! Aliás, hoje vim trabalhar de chapéu :)
Por falar nisso, tenho que vos mostrar o acessório mais in desta estação. Já vos tinha falado por aqui que o estilo militar estava de volta, nomeadamente com as botas de combate. E para as acompanhar nada melhor que as boinas, estilo polícia/marinheiro/motard, com que as francesas, melhor que ninguém, estilizam os seus coordenados. Quem não se lembra deste look da Britney Spears, corria o ano de 2002? 
As boinas bikerboys surgiram nos anos 70, reinventaram-se nos anos 90 e regressaram em grande para o Outono/Inverno de 2017. Se querem ser as miúdas mais fashion do pedaço não podem deixar escapar este acessório!


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

A linha de decoração Hygge da Primark Home

Bom dia e boa semana!
Hoje venho falar-vos sobre o Hygge. Sabem o que é? Eu vou tentar explicar: pronuncia-se "huga" e não tem uma tradução literal. É, supostamente, o segredo da felicidade dos dinamarqueses. É um sentimento, uma espécie de aconchego, um estilo de vida onde o conforto é a palavra de ordem. Ou seja, o Hygge é algo que se sente através dos nossos sentidos. É um sabor doce e reconfortante, é o som dos troncos a crepitar na lareira, é o cheio da manta que nos faz sentir seguros, é o toque da madeira, do pelo ou de uma peça de cerâmica quente. O Hygge é rústico, artesanal e caseiro.
Inspirada por este conceito, a Primark Home lançou uma coleção que nos permite criar ambientes confortáveis, quentes e cheios de paz em nossa casa. Os tons são maioritariamente neutros, com pequenos apontamentos de pêssego e lavanda, as peças têm diferentes texturas, há várias combinações de madeira, cerâmica e tricô, enfim, tudo para que não queiram sair de casa!
Esta coleção conta com mantas e toalhas, velas, louças, almofadas, tapetes, cestos, candeeiros e várias outras peças de decoração. Tudo para que possam viver o Hygge ao máximo!











sexta-feira, 3 de novembro de 2017

# 16 - Diário de Bordo - Vietnam (Ho Chi Minh)

Olá olá olá!
Pensavam que iam terminar a semana sem notícias minhas? Nada disso! E ainda por cima trouxe-vos uma das rubricas que mais têm gostado por aqui, o Diário de Bordo.
Hoje trago-vos a última parte da nossa viagem pela Ásia. Se se lembram, começou no norte do Vietnam, em Hanói e Ha Long Bay, passou pelo Cambodja (Siem Reap) e pelas praias da Tailândia (Phuket e as ilhas Phi Phi). E agora, terminamos este roteiro novamente no Vietnam, mas desta vez no sul.

Saímos das Phi Phi de ferrie e apanhamos um shuttle para o aeroporto de Phuket. Era pequeno, mal equipado, com fracas instalações. Felizmente não tivemos que ficar lá muito tempo. O nosso voo saiu ao final do dia, ia fazer escala em Singapura e só na manhã seguinte chegaríamos ao Vietnam. O aeroporto de Singapura, por sua vez, era espetacular. Tinha vários lounges, áreas de descanso, lojas abertas a noite toda. Foi possível descansar antes de chegarmos a Ho Chi Minh.

No aeroporto apanhamos um taxi que nos levou ao hotel. Este ficava mesmo em frente ao Ben Thanh Market, numa zona muito central da cidade. Depois de nos instalarmos, fomos logo procurar forma de ir aos Cu Chi Tunnels. A parte sul do Vietnam é uma área muito marcada pela guerra. Têm museus, vários monumentos, os túneis onde os soldados combateram contra os americanos, todo um conjunto de coisas que nos transmite o orgulho daquele povo na vitória alcançada. Quem os visita fica com uma versão bastante diferente da história que nos é transmitida aqui no Ocidente.

Depois de comprarmos a excursão para o dia seguinte, decidimos ir explorar a cidade. Ao contrário do norte, Ho Chi Minh (anteriormente designada por Saigão) é uma cidade moderna, com arranha-céus, lojas de marcas de topo, bons hotéis e carros caros. Parece que estamos num país totalmente diferente. Não obstante, continua a ser um país relativamente pobre, onde muitos dos seus habitantes têm más condições de vida. Continua a existir montes de motas, lixo e ainda tive o prazer de ver um mega rato, tipo coelho, a correr à minha frente. Só não sei quem corria mais, se ele, se eu.

No primeiro dia, fomos ver a Notre Dame Cathedral, um dos poucos símbolos católicos neste país maioritariamente budista, e o Palácio dos Correios, também ele um marco da presença colonialista francesa, desenhado por Gustave Eiffel. Depois seguimos pela Nguyen Hue Boulevard (uma avenida cheia de lojas de roupa de marca) até à zona financeira, com os grandes prédio e tomamos uma bebida numa esplanada. Se quiserem, é possível subir ao Sky Deck da Bitexco Financial Tower, no 49.º andar. Já não sei bem quanto é que se pagava, mas achamos que não valia a pena.

Descemos até ao rio Saigão e depois regressamos à zona do hotel. Fomos almoçar Pho ao restaurante onde o Bill Clinton comeu quando, em 2000, visitou o Vietnam (ele foi o primeiro presidente dos EUA a ir lá após a guerra). Chama-se Pho 2000 e já é uma cadeia. Estava bastante bom, mas gostamos mais do de Hanói. À tarde rumamos ao War Remnants Museum, o museu dos destroços de guerra, que já foi conhecido como o Museu dos Crimes de Guerra Americanos.

A entrada é baratíssima, são 15.000 dongs, que não chegam a € 0,60... Lá dentro encontram a exposição permanente que se divide por vários pisos e retrata todas as fases: pré-guerra, guerra e pós-guerra do Vietnam. É perturbador, doloroso e chocante, mas é preciso ser visitado. Têm equipamento bélico, fatos, armas e cá fora estão expostos, tanques, aviões e helicópteros. Adorei a experiência, sem dúvida. Perto do museu têm, também, o Palácio da Reunificação, mas quando lá chegamos já estava fechado e só o vimos por fora.

No caminho para o jantar aconteceu-me algo dramático. Estava a pôr repelente pela centésima vez quando, ao atravessar a estrada, um motociclista me chama e aponta para um saco caído no meio da passadeira. Percebi imediatamente que era o saco com o repelente, o protetor solar, o desinfetante das mãos... não podia deixar aquilo ali. Mas o semáforo estava quase a mudar de cor. E eu tinha milhares de motas paradas à espera de arrancar. Corri feita louca para o meio da estrada e consegui apanhar o saco. Quando estava a voltar, ficou verde e temi, verdadeiramente, pela minha vida, porque eles arrancam e pronto! Ahahah! Felizmente consegui chegar, ilesa, ao passeio e salvei os meus produtinhos essenciais!

Decidimos ir jantar à zona mais animada da cidade, chamada Bui Vien Street. Cheia de bares e restaurantes, muito semelhante às que encontramos no Cambodja e em Phuket. Depois de muito assédio, decidimos ir ao roof top bar do Duc Vuong Hotel. Ficava no 9.º andar, era happy our (2 bebidas pelo preço de 1) e tinha uma vista espetacular.

No dia seguinte tivemos a excursão até aos Cu Chi Tunnels. Demoramos umas 4 horas a lá chegar, num mini autocarro não muito confortável, mas com um preço bastante bom. O guia falava mais ou menos inglês e era muito simpático. Tal como quando fomos a Ha Long Bay, o autocarro parou a meio da viagem num mercadinho com artesanato feito por pessoas que ficaram deformadas pela guerra. Quando chegamos aos túneis, no meio da selva, já transpirava por todo o lado. Era um calor incrível...

Fizemos a visita guiada, vimos as armadilhas, as representações do que seriam os locais e as pessoas na altura da guerra e chegamos aos túneis. É possível disparar uma AK47, mas nós não estávamos muito interessados. Quanto aos túneis, os vietnamitas não são grandes, é um facto, mas eles são estupidamente pequenos. Há a possibilidade de andarmos por lá, por um que foi alargado, já tem iluminação e não é muito longo. Posso dizer-vos que uma amiga minha desistiu e saiu a meio do caminho, para vocês verem o quão agradável aquilo era. Eu lá rastejei até ao fim e foi uma sensação de alívio quando cheguei cá fora... Nem imagino o que seria passar lá semanas ou mais. Que horror. Mas foi basicamente assim que eles ganharam a guerra. Usando a selva, que tão bem conheciam, para enganar os americanos. Posso-vos dizer que foram extremamente inteligentes e só assim conseguiram este final, pois os americanos eram mais, mais fortes e tinham melhor equipamento.

No fim da visita foram mais 4 horas na estrada para regressar. Demos uma volta no mercado, compramos uns souvenirs e estava na hora de ir para o aeroporto. Ainda fizemos uma escala em Hanói e outra em Istambul, mas após umas 16h de voo (2h + 10h + 4h) chegamos finalmente a casa. Foi uma experiência fantástica. São lugares completamente diferentes. São culturas distintas. São países que testam os teus limites, de várias formas. Mas valem a pena, sem dúvida!

Notre Dame Cathedral

Palácio dos Correios
 
Estátua de Ho Chi Minh no início da Nguyen Hue Boulevard à frente da Câmara Municipal

Este prédio também fica na Nguyen Hue Boulevard e cada apartamento é um café/bar/restaurante

War Remnants Museum

A fotografia mais famosa da guerra do Vietnam

No museu

No museu

No museu

No museu

Palácio da Reunificação

A Bitexco Financial Tower

A correr pela vida e a salvar as minhas coisinhas!

Bui Vien Street

O roof top do restaurante onde jantamos, no Duc Vuong Hotel

Duc Vuong Hotel

A vista do roof top

Duc Vuong Hotel

O rio Saigão

Cu Chi Tunnels

Armadilhas utilizadas na Guerra do Vietnam

Esconderijo minúsculo! Eu não me meti ali que temi não conseguir sair, mas o babe foi, de óculos de sol e tudo! Classe!

Entrada para um dos túneis originais

Dentro do túnel que é possível atravessar. Foi alargado e esta era a parte mais "à vontade"!! Noutras tive mesmo que rastejar, de joelhos... Imaginem como era antes...




E pronto, assim termina esta aventura por terras do Oriente. Prometo voltar quando tiver novos destinos e histórias para contar! 
Bom fim de semana e até segunda***
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